Archive for the ‘Comunicação’ Category

Mídias sociais? Web 3.0? Que batido!

Thursday, September 2nd, 2010

Internet, rede, mídias sociais, vídeos virais, comunidades, seguidores, etc. Essas e muitas outras palavras ligadas ao maravilhoso mundo da web estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Dessa forma, as organizações se viram na obrigação de mergulhar nesse mundo para procurar seus públicos e conquistá-los, monitorando sua marca e promovendo ações para expandir seus share of voice, mind, needs, heart, power, market, pocket e value.

O que pode acontecer muitas vezes é a saturação desses meios e o excesso de atenção a eles de forma que hoje, muitas organizações pensam apenas em ter suas marcas inseridas na web e se esquecem de mídias tradicionais e originais, a inovação muitas vezes é perdida. Suponhamos que a organização X acaba de se inserir em diversas mídias sociais, garantindo espaço de publicidade, vídeos virais, espaços em mídias espontâneas, promoções via internet e está monitorando tudo isso 24h por dia. Parabéns organização X, mas na minha humilde opinião você não foi nada inovadora já que todos estão fazendo o mesmo. Como diria minha mãe “não fez mais do que sua obrigação”.

O que pode então fazer a diferença? Imaginação, mente aberta que visualize outras mídias, outras formas de se comunicar que não sejam apenas a internet. É o caso da Scholoss Schlüssel,  uma empresa especializada em sistema de segurança que desenvolveu uma comunicação não-digital, mas original, que favoreceu o buzz (comunicação boca a boca).

O papel em formato de pé-de-cabra foi colocado em algumas fechaduras de residências e fez seus moradores levarem um pequeno susto ao chegar a suas casas. No entanto, logo depois, descobriram que era uma ação publicitária incentivando-os a comprar os sistemas de segurança da empresa.

Uma ação muito interessante que mostrou que a Scholoss Schlüssel “pensou fora da caixa” das novas mídias e que a comunicação não é só a web 2.0 ou 3.0, do jeito que você achar melhor.

Alexandre Suenaga
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… e o fator humano na organização?

Tuesday, August 31st, 2010

clima organizacional 2

As datas comemorativas permeiam nosso cotidiano e fazem das nossas relações interpessoais mais valiosas. Cada comemoração tem um papel social importantíssimo para selar esses laços. Aniversário, casamento, ano novo, natal… Essas datas comemorativas, também são incorporadas no mundo das organizações.

Cada dia que passa os limites entre trabalho e vida pessoal ficam confusos , muitas pessoas levam seus trabalhos para as casas, as exigências e responsabilidades estão cada vez maiores.  Certamente, a preocupação com esses funcionários aumentam, tanto no sentido de reponsabilidade social cobrada pela sociedade, quanto na busca por maior lucratividade por parte dos CEO`s.

Diante disso, áreas preocupadas com esse fator “humano” tem se destacado no mundo contemporâneo. Não é por acaso que o conceito de Clima Organizacional está sendo aprimorado e incorporado em diversas organizações no mundo corporativo e implementado por diversas áreas que não sejam necessariamente de Relações Humasnas, Psicologia ou algo do gênero.

cliam organiizacional 1

Relações Públicas não poderia ficar de fora, frequentemente, tenta-se definir o papel desse profissional, sua área de atuação, grade curricular,  entre muitas outros aspectos importantes. Inquestionavelmente, a busca pela comunicação integrada, pela função gerencial estratégica, o pensamento “globalizado”, vem ocorrendo, mas não devemos esquecer também, da importante função social dos relações públicas, não só no contexto do ambiente externo, mas também na função de ressaltar essa preocupação do “fator humano” dentro das organizações.

Caroline Restan

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Du ketchup sur la moustache d’Astérix

Sunday, August 22nd, 2010

Vai bem o seu Francês? Pra quem não entendeu, essa é a manchete que a Revista Francesa Le Figaro anunciou, significa “Tem Ketchup no bigode do Asterix”. É apenas uma parte da repercussão de uma polêmica causada por este outdoor:

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Nele, os heróis Astérix, Obélix, e os demais integrantes da aldeia gaulesa fazem seu tradicional banquete em uma lanchonete da rede norte-americana, como se fosse o costumeiro jantar sob as estrelas, cena que encerra os quadrinhos. Pertence a uma campanha do McDonald’s que tem como slogan “Venha como Estiver” (”Venez Comme Vous Êtes”), criada pela Agência de Publicidade Euro RSCG.

logo mc A indignação vai parar nas mídias sociais, onde  vemos comentários como “Que irônico, o invencível  gaulês fazendo propaganda para os invasores”. De  fato, o que tanto revoltou os franceses foi ver um  símbolo do espírito rebelde nacional, que lutou  bravamente contra a invasão dos romanos, sendo  usado para propagar ideais da globalização e da    cultura do junk-food.

Vemos claramente essa rejeição pelo país desde 1999, quando o ativista José Bové liderou a destruição de um restaurante McDonald’s no sudoeste da França. Imagino que você esteja pensando agora: “mas então, que burice do McDonald’s! Por que provocar pessoas com a falta de abertura já tão enraizada?”

asterix

É aí que vem a maior surpresa. Toda essa fúria pode ser apenas algo que esconde um grande sucesso que a rede norte-americana tem na França, devido à um processo para “afrancesar sua marca”, por meio de integração com a arquitetura das cidades, utilização de carne originária do país (cerca de 80%). Tantas ações que deixam a França em segundo lugar na lista de países que mais geram lucros ao McDonald’s, perdendo, logicamente, somente para os EUA.

Enfim, vemos que a propaganda, embora muitas vezes eficaz no quesito lucro, pode causar grande revolta e repercussão. É esse o componente cultural, o qual devemos sempre atentar e buscar adaptação.

Marcela Chie

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Comunicação face a face

Friday, August 20th, 2010

A necessidade de manter funcionários sempre engajados com a organização pressupõe a aproximação destes junto aos processos internos, desde o chão de fábrica até as mesas de reuniões. A premissa para que se possa despertar em todos públicos internos o interesse e o orgulho de estar em determinada organização é deixá-los informados dos acontecimentos e decisões recorrentes à empresa.

Com o desenvolvimento de diferentes mídias, a comunicação interna, em geral, ganhou maior facilidade em sua execução. Os famosos “jornais institucionais” alcançaram grande aceitação pelos dirigentes das empresas, que desejavam através desta plataforma de entrega, disseminar de maneira prática e abrangente as informações sobre os processos da empresa. Revistas, newsletters, televisão corporativa, intranet, murais são outros exemplos de ferramentas que ganharam espaço em diversas empresas do mundo.

No entanto, o conceito de comunicação não se resume somente em informar, mas também envolve a preocupação com a resposta dos que foram informados. “Saber ouvir” é uma das premissas básicas para que se haja um bom processo de comunicação em qualquer lugar. Isso é nítido ao constatar-se que funcionários já não se contentam com as notícias quem lêem em “jornaizinhos”. A credibilidade da informação veiculada neste tipo de mídia cai na medida em que ainda não aproxima o funcionário dos processos decisórios da empresa.

Uma pesquisa realizada pelo IABC (International Association of Business Comunicators) com aproximadamente 15 mil funcionários de mais de 70 empresas nos EUA, Inglaterra e Canadá, revela que os colaboradores preferem a comunicação face a face a qualquer outro tipo de canal, sendo ainda mais valorizada quando a comunicação parte de superiores. Essa pesquisa demonstra com clareza a importância da pessoalidade nos processos de comunicação. O ato de estar na presença do seu receptor/emissor consegue, melhor do que qualquer outra ferramenta, despertar a emoção, o interesse e o sentimento de respeito entre a organização e público.

Incentivar a comunicação face a face nas empresas torna-se uma ação de extrema importância e necessidade. Ouvir o que os funcionários têm a dizer e ao mesmo tempo informá-los estando frente a eles, confere maior credibilidade à informação e demonstra a preocupação existente. Integrar o funcionário e fazê-lo sentir-se colaborador dos resultados obtidos são requisitos básicos para o engajamento e o sucesso de qualquer empresa.

Braulio Carli

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Cueca em domicílio

Wednesday, August 18th, 2010

Navegar na internet pode se tornar uma experiência bastante inusitada às vezes. Adjetivo esse que pode ser usado para descrever o site CUECAEMCASA.COM. Não se engane, esse não é um daqueles sites de piadas machista com nome sem sentido, mas sim um site que realmente tem como objetivo vender cuecas online e entregá-las em sua casa!  Isso mesmo! Homens: seus problemas acabaram!

CuecaEmCasa

 O site funciona da seguinte forma: primeiro o comprador escolhe um dos planos, bimestral ou trimestral. Depois escolhe o modelo e cor de cueca que mais combina com sua personalidade e, por fim, efetua a assinatura para receber um ano de cuecas em casa com frete grátis. O fato curioso é que o site não se limita a vender cuecas individuais, mas sim uma assinatura de cuecas, como se fosse uma assinatura de revista, para os homens não terem que ficar se preocupando com isso.

O criador do site, ou o “Cuecaman”, alega que por preguiça ou conveniência, os homens sempre recorrem às mulheres na hora de comprar cuecas novas. Com o intuito de fazer os marmanjos jogarem fora suas vergonhosas cuecas azul bebê, o serviço disponibiliza toda a comodidade de poder comprar sem sair de casa. A ideia é interessante, talvez nunca tenha passado pela cabeça de nenhum homem que suas cuecas fossem tão “descartáveis” como o site dá a entender. Mas este poderia ser o objetivo: fazer o homem se sentir mal por não trocar suas cuecas a cada dois ou três meses.

Apelando para o lado comercial –e talvez este seja o ponto mais curioso do site -, as tais cuecas são mostradas por modelos femininas. Uma loira representando o plano bimestral e uma morena o trimestral. Existe até um ensaio fotográfico de ambas as garotas, desfilando (é claro) as cuecas. Nada melhor para chamar a atenção masculina.

CuecaEmCasa

Será que essa moda pega? Uma coisa é certa, se vai funcionar ou não, ninguém gostaria de ver um site que vende calcinhas estrelado por modelos homens.

Giulia Joau
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NADA DE GRAÇA, POLÍTICA

Monday, August 16th, 2010

A partir do dia 1º de julho do ano das eleições estão proibidas paródias, piadas ou ironias com os candidatos. A lei nº 9.504/97, artigo 45, coíbe as emissoras de televisão e estações de rádio a “usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito”.

Essa lei entrou em vigor com o intuito de disciplinar as campanhas eleitorais e o discurso de políticos e candidatos contra os seus concorrentes com o objetivo de buscar eleições mais sinceras. Porém ela é inconstitucional, à medida que vai contra a liberdade de expressão.  Afinal, ela também impede que humoristas profissionais façam o seu trabalho que consiste, muitas vezes, em abordar assuntos sérios com o tom humorístico.

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Os programas de televisão que se utilizam do humor foram os mais prejudicados e já pensam em formas de contornar a situação. Como inventar candidatos fictícios para fazer piadas políticas através das personagens.

Nesse contexto, a proibição causa uma perda grande nessa época de campanha eleitoral, visto que são momentos onde aparecem motivos mais que merecedores de uma gozação sadia. No entanto, a perda maior será para aqueles que desobedecerem à lei, visto que o descumprimento da mesma está sujeito a multa de até 106 mil reais, dobrando na reincidência.

Confiar no discernimento dos cidadãos é mais que uma atitude, é a base da política democrática. Enquanto as leis continuarem a menosprezar a capacidade dos eleitores, ainda haverá censuras como essa. Sendo assim, permitir a liberdade humorística, com políticos ou não, é um direito que nenhuma lei deveria proibir.

Patrícia Moreira

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O Jornal Gratuito e a Publicidade

Friday, August 13th, 2010

Na última terça-feira, as ruas de Nova York tiveram um amarelo diferente daquele de seus táxis: o amarelo das camisetas do Brasil. Não, não estou falando da roupa dos torcedores brasileiros que foram ao amistoso contra os norte-americanos em New Jersey. Estou falando das camisetas dos distribuidores do jornal Metro em NY.

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Em uma ação publicitária do Itaú, foi aproveitada a data do amistoso para divulgar a imagem do banco como patrocinador tanto da Copa do Mundo FIFA 2014 como da Seleção Brasileira de Futebol. Realizar a ação fora do Brasil fortaleceu a imagem global da empresa, além de reafirmar o slogan de o banco ser o “seu banco na era digital” – um banco atualizado com as novas mídias e meios de propagação de informações.

Os distribuidores do jornal estavam uniformizados com essa camiseta. Essa estampa estava na parte de trás do uniforme e dizia “Bem vindo ao Brasil de 2014. Itaú. Seu parceiro de investimentos no Brasil”. Dentro do jornal desse dia, também havia um anúncio do banco que falava de como o futebol promove a união dos povos.

Usar um veículo de comunicação de massa como o jornal para fazer uma ação de divulgação é bem eficaz. Fazer essa ação em um jornal gratuito, curto, objetivo, presente em diversos países e distribuído em vias importantes e movimentadas, pode ser muito mais eficiente. Esse tipo de mídia, que tomou força com o desdobramento da polêmica entre a era digital e o fim do jornal impresso, ganhou o gosto do público mundial atingindo um enorme número de pessoas, de todas as idades e níveis sócio-econômicos.

Procurando um vídeo dessa ação no YouTube, encontrei vídeos de muitas outras ações publicitárias que o jornal Metro e outros jornais gratuitos já realizaram pelo mundo. Essa descoberta me mostrou ser ainda mais evidente a força que esse veículo impresso tem nos dias de hoje, sobretudo por se encaixar muito bem nos moldes da nossa sociedade que tem sede de informação e falta de tempo para se informar de tudo.

O vídeo a seguir é da ação da Comfort que distribuiu em Portugal o jornal Metro com o cheirinho do produto.

Natália Cardoso
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Make your influence positive

Tuesday, August 10th, 2010

Navegando no twitter, no @comunicadores especificamente, encontrei o link do seguinte vídeo:

O vídeo é uma campanha da ONG australiana de apoio a criança NAPCAN, National Association for the Prevention of Child Abuse and Neglect, nomeado Children see, Children do.

No vídeo crianças imitam as atitudes de adultos como jogar lixo na rua, fumar e agredir outras pessoas verbalmente e fisicamente. Apesar de conter cenas fortes, a campanha tem o objetivo de combater a violência mostrando que devemos ser uma boa influência para a formação do caráter de outros cidadãos.

Questionei-me se o apelo emocional por meio de cenas chocantes é válido para uma campanha de conscientização. Na verdade, essa não é a primeira campanha que vejo com esse caráter. A TAC, Transport Accident Commission, lança campanhas de concientização para diminuir a imprudência no trânsito. O seguinte vídeo mostra cenas de acidentes com a trilha sonora de Everybody Hurts do REM perfeita para um apelo emocional.

A campanha da TAC ao longo de 20 anos diminuiu mais do que pela metade as multas nas estradas. É inegável que ver as cenas de ambos os vídeos não é agradável, mas sem dúvidas nos faz refletir sobre nossas atitudes e, portanto, são campanhas eficazes.

Alexandre Suenaga
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Você sabe o que é um “Meme”?

Monday, August 9th, 2010

Meme é um termo criado por Richard Dawkins para definir o que pode ser considerado como uma forma de expressão replicadora de comportamentos.

Difícil de entender? Calma, não é nem de longe tão complicado quanto parece. Provavelmente você já deve ter percebido a existência de “memes” nos seus círculos sociais, entre amigos, na internet ou na universidade, no entanto apenas não parou para prestar atenção no quanto isso pode ser interessante e comum, ao ponto de receber um nome e ser estudado pela memética.

Para simplificar, Meme pode ser exemplificado por aquelas piadinhas ou brincadeirinhas que parecem muitas vezes sem sentido algum, que parecem não ter graça mas por algum motivo de repente invadem as conversas, rodas de amigos e o cotidiano das pessoas, se tornando comuns. São também as famosas imagens e vídeos da internet que circulam rapidamente entre as pessoas e aos poucos vão criando uma cultura e uma estética característica que segue tendências mutáveis de acordo com os rumos definidos pela própria sociedade.

A característica básica de um meme é sua capacidade de auto propagação, eles podem ser idéias, sons, imagens, desenhos, valores morais ou qualquer coisa que possa ser aprendida facilmente e replicada de forma a se constituir como um fator de evolução cultural. Bom, parece uma grande viagem mas eu garanto que vale a pena pensar no tema e buscar entender melhor o que é isso.

Uma boa dica para iniciar essa pesquisa de forma fácil e engraçada é visitar/participar da rede social fuckyeahdementia buscando observar o que acontece por lá a partir de um olhar critico e analítico. Boa sorte, em ultimo caso espero que você se divirta.

André Rosa

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Keep Trying

Monday, August 9th, 2010

Resolvi fazer este post quando fiquei sabendo da possível ligação que existiria entre a comunicação da marca Johnny Walker e seus consumidores. Alguns indivíduos afirmam que o consumo de whisky está muito ligado a pessoas que tem potencial para desenvolver depressão. Sendo assim, o slogan da marca seria dirigido totalmente a elas e, por isso, a frase “Keep Walking”.

Se isso é verdade ou não eu não saberia dizer, mas ao pesquisar mais sobre a marca para escrever dela para vocês percebi que há muito mais o que falar. Como uma marca consegue ser tão forte utilizando um slogan e tão poucas imagens e, ao mesmo tempo, ter tanta personalidade?

É claro que o produto é muito importante, entretanto, se a comunicação não for bem usada, tudo pode ser perdido. A marca conseguiu construir ao longo de toda a sua existência uma imagem muito atrelada à tradição e a qualidade, transmitindo isso de maneira simples ao seu consumidor. A Johnny Walker busca o tempo todo construir um relacionamento com seu consumidor, seja reforçando sua imagem ou abordando temas que estão em pauta entre seus consumidores.

Para mim, um dos principais fatores do sucesso é que a marca parece o tempo todo estar preocupada com o seu público, ao mesmo tempo, em que mantém a sua tradição, seja ela no produto ou na comunicação.

Abaixo há um vídeo institucional (que foi premiado com a prata este ano no festival de Cannes) que conta a história da marca de forma a fazê-la parecer uma lenda. Vale a pena conferir.

Michele Silveira

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