Archive for the ‘Relações Públicas’ Category

… e o fator humano na organização?

Tuesday, August 31st, 2010

clima organizacional 2

As datas comemorativas permeiam nosso cotidiano e fazem das nossas relações interpessoais mais valiosas. Cada comemoração tem um papel social importantíssimo para selar esses laços. Aniversário, casamento, ano novo, natal… Essas datas comemorativas, também são incorporadas no mundo das organizações.

Cada dia que passa os limites entre trabalho e vida pessoal ficam confusos , muitas pessoas levam seus trabalhos para as casas, as exigências e responsabilidades estão cada vez maiores.  Certamente, a preocupação com esses funcionários aumentam, tanto no sentido de reponsabilidade social cobrada pela sociedade, quanto na busca por maior lucratividade por parte dos CEO`s.

Diante disso, áreas preocupadas com esse fator “humano” tem se destacado no mundo contemporâneo. Não é por acaso que o conceito de Clima Organizacional está sendo aprimorado e incorporado em diversas organizações no mundo corporativo e implementado por diversas áreas que não sejam necessariamente de Relações Humasnas, Psicologia ou algo do gênero.

cliam organiizacional 1

Relações Públicas não poderia ficar de fora, frequentemente, tenta-se definir o papel desse profissional, sua área de atuação, grade curricular,  entre muitas outros aspectos importantes. Inquestionavelmente, a busca pela comunicação integrada, pela função gerencial estratégica, o pensamento “globalizado”, vem ocorrendo, mas não devemos esquecer também, da importante função social dos relações públicas, não só no contexto do ambiente externo, mas também na função de ressaltar essa preocupação do “fator humano” dentro das organizações.

Caroline Restan

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Qual seu futuro, RP?

Wednesday, August 25th, 2010

Ocorre no dia 27 de agosto, sexta-feira, a audiência pública em São Paulo que discutirá o futuro da profissão de Relações Públicas. Uma audiência semelhante já ocorreu em Porto Alegre na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O movimento tem a intenção de discutir o perfil do profissional da área perante o cenário contemporâneo, quais as competências devem ser desenvolvidas no ensino superior e mecanismos e instrumentos de sua formação. A realização está a cargo do MEC e da Comissão de Especialistas em RP com sua presidente Margarida Kunsch.

Hoje é o ultimo dia de inscrição para assembléia de São Paulo que será realizada no auditório Ernesto Igel do CIEE, Rua Tabapuã, 540 – Itaim Bibi das 9 às 13 horas (inscrição pelo e-mail emiliana@aberje.com.br).

Sem dúvidas teremos a presença de professores e de alguns profissionais, e de estudantes? Não cabe a nós também discutir o futuro de nossa profissão? Que formação queremos? Do que sentimos falta? Quais são as diferenças das diversas instituições de ensino superior de RP?

De qualquer forma, são decisões importantes das quais temos que participar expondo nossas opiniões, pois são mudanças que nos afetarão no mercado e na academia. Convido todos meus colegas RPs da ECA a participarem e de outras universidades também. Vamos ser ativos no encaminhamento do nosso futuro profissional.

Alexandre Suenaga

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Comunicação face a face

Friday, August 20th, 2010

A necessidade de manter funcionários sempre engajados com a organização pressupõe a aproximação destes junto aos processos internos, desde o chão de fábrica até as mesas de reuniões. A premissa para que se possa despertar em todos públicos internos o interesse e o orgulho de estar em determinada organização é deixá-los informados dos acontecimentos e decisões recorrentes à empresa.

Com o desenvolvimento de diferentes mídias, a comunicação interna, em geral, ganhou maior facilidade em sua execução. Os famosos “jornais institucionais” alcançaram grande aceitação pelos dirigentes das empresas, que desejavam através desta plataforma de entrega, disseminar de maneira prática e abrangente as informações sobre os processos da empresa. Revistas, newsletters, televisão corporativa, intranet, murais são outros exemplos de ferramentas que ganharam espaço em diversas empresas do mundo.

No entanto, o conceito de comunicação não se resume somente em informar, mas também envolve a preocupação com a resposta dos que foram informados. “Saber ouvir” é uma das premissas básicas para que se haja um bom processo de comunicação em qualquer lugar. Isso é nítido ao constatar-se que funcionários já não se contentam com as notícias quem lêem em “jornaizinhos”. A credibilidade da informação veiculada neste tipo de mídia cai na medida em que ainda não aproxima o funcionário dos processos decisórios da empresa.

Uma pesquisa realizada pelo IABC (International Association of Business Comunicators) com aproximadamente 15 mil funcionários de mais de 70 empresas nos EUA, Inglaterra e Canadá, revela que os colaboradores preferem a comunicação face a face a qualquer outro tipo de canal, sendo ainda mais valorizada quando a comunicação parte de superiores. Essa pesquisa demonstra com clareza a importância da pessoalidade nos processos de comunicação. O ato de estar na presença do seu receptor/emissor consegue, melhor do que qualquer outra ferramenta, despertar a emoção, o interesse e o sentimento de respeito entre a organização e público.

Incentivar a comunicação face a face nas empresas torna-se uma ação de extrema importância e necessidade. Ouvir o que os funcionários têm a dizer e ao mesmo tempo informá-los estando frente a eles, confere maior credibilidade à informação e demonstra a preocupação existente. Integrar o funcionário e fazê-lo sentir-se colaborador dos resultados obtidos são requisitos básicos para o engajamento e o sucesso de qualquer empresa.

Braulio Carli

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Make your influence positive

Tuesday, August 10th, 2010

Navegando no twitter, no @comunicadores especificamente, encontrei o link do seguinte vídeo:

O vídeo é uma campanha da ONG australiana de apoio a criança NAPCAN, National Association for the Prevention of Child Abuse and Neglect, nomeado Children see, Children do.

No vídeo crianças imitam as atitudes de adultos como jogar lixo na rua, fumar e agredir outras pessoas verbalmente e fisicamente. Apesar de conter cenas fortes, a campanha tem o objetivo de combater a violência mostrando que devemos ser uma boa influência para a formação do caráter de outros cidadãos.

Questionei-me se o apelo emocional por meio de cenas chocantes é válido para uma campanha de conscientização. Na verdade, essa não é a primeira campanha que vejo com esse caráter. A TAC, Transport Accident Commission, lança campanhas de concientização para diminuir a imprudência no trânsito. O seguinte vídeo mostra cenas de acidentes com a trilha sonora de Everybody Hurts do REM perfeita para um apelo emocional.

A campanha da TAC ao longo de 20 anos diminuiu mais do que pela metade as multas nas estradas. É inegável que ver as cenas de ambos os vídeos não é agradável, mas sem dúvidas nos faz refletir sobre nossas atitudes e, portanto, são campanhas eficazes.

Alexandre Suenaga
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Profissão Cliente

Friday, July 30th, 2010

Fazer compras, ir a hotéis 5 estrelas e ainda ganhar por isso? Não, não é mentira!

Agora você pensa: Ah que legal, lá vai ela falar do “dia de princesa”, ou sobre mais uma promoção daquelas de “envie seu torpedo e concorra a vários prêmios!” Não, também não é disso que se trata essa matéria.

Estava eu um dia desses lendo sobre moda na internet, então descubro um artigo sobre Shopper Experience. Pioneira no Brasil na avaliação do atendimento ao consumidor por meio do “cliente secreto”, Shopper Experience se resume a um novo método de pesquisa, o qual o cliente secreto avalia os serviços de acordo com sua própria visão .O objetivo é conseguir captar exatamente o sentimento do consumidor, deixando de lado o pesquisador que analisa friamente o momento de compra, o atendimento no caixa etc.

Segundo Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper Experience, o atendimento ao consumidor no Brasil atravessa um momento no qual os empresários devem rever conceitos e posturas adotadas no relacionamento com clientes. “A construção de um atendimento que permita um padrão contínuo de excelência é a base de uma nova cultura de relacionamento sustentável. O conceito de fidelização deve abrir espaço para a criação de uma relação baseada na ética. Para construir esse alicerce é necessário conhecer profundamente o cliente; ter uma relação estreita com o consumidor. É exatamente nesse contexto que o atendimento se torna um diferencial competitivo para o negócio”.

Cover Experience Shopping 2

Resumindo: Sim, existem pessoas que ganham a vida comprando, gastando, e se hospedando em resorts! E além de tudo ainda se divertem (muito!), pois cada nova “missão secreta” tem suas especificidades, por exemplo, um dia o cliente secreto deve ir a uma loja de jóias vestindo sua pior roupa, outro dia ele deve ir a alguma loja de roupas colocar a loja abaixo e não levar nada, já em outro ele deve se hospedar em um resort 5 estrelas e testar todas as massagens! O valor do trabalho varia de acordo com o projeto, o tempo gasto e o número de visitas.

E agora a melhor parte: QUALQUER UM pode ser um cliente secreto, e para se dar bem nesse hobby lucrativo, basta ser uma pessoa observadora e detalhista,saber se expressar e escrever corretamente, ser maior de 21 anos, e cursar ou ter terminado uma faculdade. Se interessou? Veja o site.

Fernanda Yamamoto

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Processo Seletivo 2010

Monday, May 17th, 2010

Começa hoje, às 13h, o Processo Seletivo da ECA Jr, com término dia 28 de maio, sexta-feira.

Ao longo das próximas duas semanas nossas atenções estarão voltadas à execução e organização do mesmo, interrompendo então nossas atividades nesse período.

A divulgação da próxima gestão ocorrerá dia 30 de maio, domingo, às 18h, por meio de post neste blog.

Terça-feira, 1, voltamos às atividades habituais.

Não foi só o São Paulo que perdeu

Monday, March 29th, 2010

Até que ponto os funcionários de uma empresa devem expor suas opiniões sem que a marca para a qual ele trabalha sofra interferências?

A Locaweb, maior empresa de serviços de internet da América Latina se envolveu em uma polêmica após o clássico São Paulo e Corinthians, depois do diretor comercial da empresa twittar mensagens de apoio ao Corinthians e algumas provocações ao SPFC durante o jogo.

locaweb

A questão não teria tanto alarde se não fosse o fato da Locaweb ser a patrocinadora do São Paulo, o que causou uma situação desconfortável entre a empresa e a equipe do tricolor paulista, juntamente com seus torcedores.

Como tentativa de esclarecer o ocorrido, a empresa soltou um comunicado oficial se desculpando e dizendo entre outras coisas, que “A Locaweb vem a público esclarecer que a opinião de seu funcionário não corresponde à da empresa e se desculpa por eventuais mal entendidos ou constrangimentos causados por esse funcionário”.

Esse caso foi um exemplo de como o discurso pessoal de um funcionário considerado influente pode afetar negativamente a imagem da empresa ligada a ele. Se fosse alguém com o cargo mais baixo ou menos conhecido que o diretor da empresa, talvez o caso não teria tanta repercussão, mas a partir do momento em que é uma pessoa que representa uma organização perante diversos públicos, exprimir opiniões de cunho polêmico como futebol, religião e política em mídias de grande exposição pode gerar graves conseqüências para a reputação de uma empresa.

A exposição negativa de sua marca causa consequências que influenciam desde a opinião dos que já assinam a Locaweb, daqueles que não assinavam, mas que já conheciam, e daqueles que nunca tinham ouvido falar. Isso sem contar em como o assunto pode prejudicar futuras parcerias da empresa com times de futebol.

Não só a ética da empresa é questionada, mas também os serviços que ela oferece, dando abertura para que seus negócios sejam afetados negativamente.

A internet, fonte de informação, notícias e disseminação de opiniões mais rápida do momento também pode ser motivo de crises nas organizações caso as empresas não comecem a se preocupar em ter políticas de uso de mídias sociais para seus funcionários, já que eles não representam somente a si próprios, mas toda a imagem de uma organização.

Juliana Dragoni
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Os opostos que (às vezes) se atraem

Tuesday, March 16th, 2010

Imagine um assinante do Estadão ou da Folha de SP. acordarem de manhã para pegar o jornal e junto dele vir o outro da empresa concorrente? Pois é, isso aconteceu hoje.

Com o propósito de materializar o conceito “Vamos fazer juntos?” da campanha de fusão do Santander com o Banco Real, a agência Talent criou essa iniciativa com a intenção de causar impacto e proferir a ideia principal do projeto, que é incitar as pessoas a conhecerem um outro ponto de vista além do seu.

Não será somente a mídia impressa o alvo da campanha. Quatro rádios, Eldorado, BandNews AM, Bandeirantes e Jovem Pan AM vão gravar juntos um debate sobre determinado tema ainda não definido, que será transmitido ao mesmo tempo nas quatro emissoras.

Apesar da proposta inicial da campanha salientar a importância do trabalho em conjunto com todos os públicos envolvidos e de se estar conectado à sociedade, podemos levantar a seguinte questão: até que ponto as empresas “rivais” concordaram em participar dessa ação pelo simples fato dela ser inovadora e de apoiarem o conceito da quebra de paradigmas, e não pela publicidade que esses jornais/rádios terão e pelo dinheiro envolvido?

Além disso, com o boom da internet, muitos anunciantes em potencial acabam deixando de investir em mídias convencionais para divulgar seus serviços/ produtos. Sendo assim, esta ação acaba resgatando o poder da mídia impressa, atraindo anunciantes que talvez não se interessariam pelo veículo por pensarem que só a internet tem o poder de disseminação e liberdade de formato.

Realmente essa ação caminha para uma linha estratégica e inovadora de campanha cujo mérito é indiscutível. Entretanto não podemos deixar de observar os interesses envolvidos por parte das empresas que são implícitos no discurso politicamente correto que pregam em suas campanhas e ações.

Juliana Dragoni e Michele Silveira

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O plástico fashion

Friday, March 5th, 2010

Qual menina nunca teve aquela Melissa clássica que tinha um cheiro tão bom de… plástico!?

E até hoje, mesmo crescidas, adoramos usar ou pelo menos admirar os vários modelos que a marca lança a cada temporada, contando cada vez mais com grandes nomes da moda e do design assinando a coleção.

A Melissa é uma marca que dá a impressão que cresce junto com a gente, e pra quem não sabe, durante a década de 90 a Melissa iniciou um trabalho de reposicionamento de marca, após um período de estagnação, que visava a transformação do produto em um acessório fashion.

Para consolidar essa cara nova da marca, a Melissa investiu pesado no patrocínio de grandes eventos, como o São Paulo Fashion Week em 2002, para apresentar a nova coleção. Além disso, inauguraram a primeira loja-conceito da marca, a Galeria Melissa, em comemoração aos 25 anos da empresa.

Apesar da mudança de sua imagem, a Melissa manteve algumas características marcantes de seu produto, principalmente porque ela não queria tornar-se uma nova marca, mas sim consolidar-se perante ao seu novo público de maneira que fosse vista como uma marca fashion e refinada (o aumento do preço das Melissas deve-se muito a isso!).

Sendo assim, o cheirinho específico e o plástico das sandálias Melissa foram algo que a empresa não modificou, pois a intenção é trazer uma memória afetiva dos melhores momentos da vida e, consequentemente uma espécie de referência para cada etapa da nossa trajetória. Tanto é, que a última campanha da marca veiculada na mídia possuía justamente o conceito de que a Melissa era uma referência de cada fase da vida de uma menina, representada pela protagonista do comercial.

Apesar de possuir esse viés moderno, pop, lúdico e feminino, a Melissa busca atuar no campo da sustentabilidade, apoiando um projeto chamado Sustente-se, além de lançar uma Melissa com 30% de PVC reciclado, cujas vendas seriam revertidas para uma ONG ligada ao enfrentamento da pobreza e exclusão social.

Depois de parar para pensar nessas empresas nacionais que possuem um nome tão forte tanto aqui quanto lá fora (Havaianas entra nesse meio também), percebi que as mais bem sucedidas atuam nos campos da emoção, da responsabilidade social e da experiência de marca para cativar e manter o público fidelizado. É claro que essa não é uma fórmula mágica, e nem todas as marcas se dão tão bem assim, mas isso já é assunto para um próximo post.

Juliana Dragoni
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Por que investir em cultura?

Tuesday, November 24th, 2009

Um cartaz anuncia uma peça de teatro. Além das informações básicas como elenco principal, título do espetáculo, horário e local, as marcas patrocinadoras do espetáculo também são divulgadas. A questão é: como será o retorno para estas marcas que investem no cenário cultural brasileiro?

A importância de investir em cultura está bem próxima das ações de responsabilidade social. Talvez por isso marcas como Oi, Vivo, Citibank e HSBC continuem investindo em ações por trás das cortinas para promoverem suas marcas ao realizar espetáculos para o consumidor em seus próprios ambientes.

Um dos grandes investidores em cultura no país é o Banco do Brasil e há 20 anos a empresa transformou a sua primeira sede no Rio de Janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O espaço é destinado a divulgar o banco através de apoio cultural a preços acessíveis ao público e com a versão itinerante atinge diversas cidades do Brasil.

Segundo alguns diretores das empresas que praticam este tipo de ação, a estratégia “traz leveza para a marca, ajuda a suavizar a imagem do banco e aproxima a instituição financeira do público”. O patrocínio cultural auxilia na diversificação e fortalecimento da marca com seus diversos públicos, já que são aliados atributos tangíveis e intangíveis à empresa.

Com o objetivo de promover sua imagem institucional com estas ações, as empresas abrem um leque de eventos que casem com os valores da organização. A Oi, por exemplo,busca ressaltar a importância de ter um estilo de vida através do Oi Futuro, Oi Fashion, Oi Noites Cariocas, entre outros. Já a Vivo almeja conectar pessoas e destacar uma conexão em rede e o seu Sinal de Qualidade.

Partindo do princípio de que esta é uma estratégia segmentada que atingirá tanto os consumidores da marca quanto os consumidores do evento, na hora do investimento é preciso saber como eles enxergam isso, já que a proposta principal dos eventos culturais são as ferramentas de construção de marca. O Bradesco patrocinou o Cirque du Soleil e reforçou a mudança de conceito do banco, que deixou de ser “completo” e foi substituído por “presença”, atributos que são mais internalizáveis por meio de ações que garantam a divulgação institucional da empresa e que visam a aproximação dos públicos com relação a organização.

Juliana Dragoni