Comunicado
Wednesday, May 27th, 2009Durante essa semana e a próxima, o blog da ECA Jr. pode não ser atualizado diariamente como normalmente é devido ao Processo Seletivo. Agradecemos a compreensão e desejamos sorte aos candidatos de nosso Processo.
Durante essa semana e a próxima, o blog da ECA Jr. pode não ser atualizado diariamente como normalmente é devido ao Processo Seletivo. Agradecemos a compreensão e desejamos sorte aos candidatos de nosso Processo.
Quando pensamos em estagiário, normalmente vem à mente aquela pessoa que vai buscar café, tirar xerox e fazer os serviços que ninguém mais quer fazer. Ok, talvez a primeira parte seja meio estereotipada, mas é normal pensar no estagiário como aquela pessoa que não tem muita moral dentro da agência.
Parece, no entanto, que esse conceito não vale para a Crispin Porter + Bogusky. A agência está leiloando sua equipe de estagiários no eBay. A empresa que der o maior lance terá os estagiários por três meses, e ao final deste período eles farão uma apresentação criativa, com estratégias, recomendações sobre o posicionamento e conceitos. O leilão parte do princípio de que estagiários de uma agência muito boa serão, por conseqüência, muito bons.
Vale lembrar que a CP+B é responsável por campanhas como o Whopper Sacrifice, onde cada usuário que excluísse 10 amigos do seu Facebook ganharia um Whopper, e a I’m a PC, resposta da Microsoft para a famosa campanha da Apple. A agência já avisou, inclusive, que os serviços não poderão ser comprados por empresas concorrentes de seus clientes, como o McDonald’s, por exemplo.
Segundo a própria CP+B, é a sua chance de ter uma campanha de alto nível por uma fração do preço que ela vale. A agência valoriza seu produto e ao mesmo tempo dá uma chance aos estagiários para mostrarem seu valor.
O maior lance até o momento é de U$ 5.600,00. Talvez não seja a melhor forma de mensurar o valor de um estagiário, mas, comparado com o tratamento que normalmente vemos, já é um bom começo.
No último final de semana, milhares de mentes criativas queimaram seus neurônios na tentativa emocionante de criar um vídeo para a competição Cannes Young Lions.
O programa Young Lions foi criado em 1992 pela organização do Festival de Cannes com o intuito de incentivar os jovens criativos do mundo todo e dar a eles a oportunidade de participar do consagrado festival, além de melhorar suas carreiras profissionais e entrar em contato com os principais nomes do mundo publicitário.
O Brasil tornou-se referência de qualidade através do talento dos jovens profissionais brasileiros e o Programa atualmente é reconhecido como um dos mais importantes programas de desenvolvimento profissional no mercado.
Em 2009, os organizadores do Young Lions, em parceria com o site de vídeo YouTube, está promovendo uma competição mundial. Nesse ano, o desafio era criar um filme de 60 segundos em 48 horas. O briefing foi divulgado no site da Oxfam, ONG que luta em defesa do meio ambiente, e tinha como tema central a Conferência de Copenhagen, que tratará da questão das mudanças climáticas.
A partir daí, com as informações em mãos, os participantes tiveram que criar seus vídeos no prazo de 48 horas e enviá-los para o hotsite do concurso até a meia-noite do dia 17 de maio. Além de criarem o vídeo, os participantes ficam também responsáveis pela divulgação de seus trabalhos.
Os jovens profissionais criadores do vídeo vencedor participarão gratuitamente do Festival Cannes Lions 2009 e ainda competirão na categoria Young Lions Competition – Film .Selecionei um dos vídeos que eu mais gostei, mas quem quiser ver os outros que também estão concorrendo, acesse o site youtube.com/canneslions.
Achei interessante escrever sobre o Cannes Young Lions não como Diretora de Comunicação e Marketing, mas como aluna do segundo ano de Publicidade e Propaganda. No nosso 2º semestre na ECA, o nosso trabalho de conclusão do semestre de Língua Portuguesa II era elaborar um roteiro e produzir o vídeo. Amei essa experiência e acho muito legal chamar a atenção dos estudantes de comunicação social para competições como essa, porque é uma ótima oportunidade de mostrarmos nossas idéias e aplicarmos o que a gente aprende na faculdade e também de nos desenvolvermos profissionalmente. Então, para quem nunca participou de eventos assim, vale a pena deixar a dica!
Mais uma semana cheia de trabalhos e coisas diversas para fazer… Um típico final de semestre… E quem diria que uma situação dessas daria uma idéia de post!? Pois bem, foi desenvolvendo um trabalho de Comunicação de Marketing que algo me veio à cabeça: a importância dos conceitos na comunicação.
Todos os dias somos bombardeados por peças publicitárias cheias de informação e objetivos. Com algumas, nos identificamos; outras simplesmente passam despercebidas. Isso sem falar nas que chamam atenção pela sua mediocridade, como as tão conhecidas peças audiovisuais das Casas Bahia (vejam bem, não me refiro a questões de efetividade). E o interessante é pensar o porquê desse efeito. Claro que tal assunto admite muitas explicações, mas quero falar um pouquinho do trabalho de planejamento de algumas campanhas.
É fato que quando uma comunicação é bem planejada, ela tem maiores chances de atingir seu objetivo. Primeiramente, é extremamente necessário conhecer muito bem o público-alvo, fora um bom mapeamento de mercado, concorrência, entre outros fatores essenciais para delimitar a esfera de atuação do serviço e/ou produto. O maior problema se dá quando acreditam que “homens, 20 a 30 anos, casados” é conhecer o target. É necessário muito mais do que isso para desenvolver uma estratégia eficaz: o que o meu público gosta de fazer? Quais são suas ambições? Suas necessidades e expectativas?
Complicado… Mas ninguém disse que planejar é um trabalho fácil. E não se engane, até em Cannes o planejamento das campanhas passou a ser tão considerado quanto a “beleza ou sacada criativa” – mesmo porque, uma coisa é inerente à outra. E é nesse ponto que chegamos onde eu queria: o conceito. Lembro-me de quando um colega me falou sobre isso pela primeira vez: sabe a campanha da Dove? Aquela lá das mulheres na praia? Então, tudo partiu do conceito de que a mulher moderna precisa sair da sombra e se mostrar para o mundo. Pois é, hoje é muito fácil perceber a diferença entre as peças da Dove e as da Nívea, por exemplo. Quando esta continua a tratar a mulher como um ser idealizado, aquela preferiu tratá-la como uma pessoa normal, surgindo o conceito de Real Beleza.
Os resultados? Os melhores possíveis, pelo menos no Brasil. A mulher gostou de ser tratada, pela primeira vez no segmento, como uma pessoa que não precisa de formas perfeitas para ser feliz (claro que ainda tem seus problemas: as mulheres eram bonitas, apesar de não estarem totalmente no “padrão de beleza”), e é nesse ponto que voltamos à questão de identificação que me referi no início do post.
Como eu já disse, muita coisa contribui para os efeitos da comunicação sobre o público, mas é fato que o planejamento, e o conceito chegado por este, são indispensáveis no processo. Pense nisso na próxima vez que achar uma campanha style, é um ótimo exercício!
Mesmo sendo antiga, é diferente assistir agora, não é!?
Para quem não acredita que comunicação e Turismo podem se unir, o Legend Golf & Safári Resort na África do Sul criou uma maneira de chamar a atenção de um setor bem específico: o turismo de golf.
Eles construíram o 19º buraco do seu campo de golfe desfiladeiro abaixo (aproximadamente 430 metros de altura), sendo considerado “o buraco mais extremo do mundo”. E a brincadeira não para por aí, o jogador que acertar o quase invisível buraco em uma única tacada leva, sem nenhum esforço, 1 milhão de dólares! (E há quem diga que ganhar na Mega Sena é mais fácil).
Para aqueles que não conseguirem tal façanha, terão que se contentar com o vôo de helicóptero para subir até sua mira final, ao invés do tão tradicional carrinho de golf.
A estratégia tem tudo para dar certo, mostrando que no meio de tantos resorts de golfe luxuosos no mundo, é muito possível se diferenciar de uma maneira criativa.
O vídeo do “buraco mais extremo do mundo” foi visto pelo mundo inteiro aguçando a curiosidade de milhares de turistas.
E aqueles que buscam resorts, tem um incentivo a mais para optar pela África do Sul: uma bolinha que pode te tornar um milionário!
O que aconteceria se você pudesse escrever para uma baleia uma música falando de amor, e uma orquestra fosse até o oceano para tocá-la?
Foram esses questionamentos que levaram a empresa australiana de comunicação Optus e a Agência M&C Saatchi a criarem um dos comerciais que, em minha opinião, ficará para a história. A produção audiovisual de um minuto e meio consegue abordar de forma emocionante o poder da comunicação: músicos de uma orquestra, após um penoso trabalho criativo para atingir a melodia perfeita para a ocasião, foram colocados no meio do oceano para que sua música fosse identificada e correspondida por baleias.
Segundo o site da campanha, todo o processo foi real, sem o uso de efeitos para criar a situação vista no vídeo. Os produtores receberam a ajuda de pesquisas relacionadas à comunicação entre baleias de diferentes sexos, ou seja, o canto de sedução que o macho utiliza para atrair a fêmea e perpetuar a espécie.
A idéia colaborou para firmar o posicionamento de consciência ambiental que a Optus vem desenvolvendo em suas últimas campanhas, apesar de muitos consumidores ainda acharem que isso não passa de uma retórica. De qualquer forma, a reflexão mais importante não é saber se a Optus é ou não ambientalmente responsável, mas pensar no universo que envolve o ato de comunicar…
Será que transmitir informação basta para que uma comunicação seja bem sucedida? Muitas vezes esquecemo-nos de que conhecer o outro, esforçar-se para entendê-lo, é tão importante quando se fazer ouvir. A música nunca teria atingido as baleias se a orquestra não tivesse realmente se empenhado para que isso acontecesse. Pense nisso caso algum dia desenvolva uma campanha!
É… Não se trata apenas de “penetrar surdamente no reino das palavras”, mas, entre outros, respeitar diferenças, traduzir sentimentos e, como mostra o vídeo, unir espécies.
Depois de uma semana de muita expectativa, ontem a noite finalmente aconteceu a tão esperada 9ª edição do Veredas, que teve como convidado o Zeca Camargo. O auditório foi praticamente transformado em um meio de transporte, com 170 passageiros que foram levados aos mais diversos locais não tradicionais, cujas suas peculiaridades são seus habitantes e suas culturas.
Mesmo depois de ter acordado em Portugal, voltado ao Brasil no mesmo dia, Zeca chegou na ECA pontualmente às 19h00 e conseguiu (com muita empolgação) trazer novas visões para os alunos, principalmente para os de Turismo, que se entusiasmaram ainda mais com as diversas possibilidades que o curso pode oferecer.
Na primeira parte do Veredas, o Zeca falou um pouco sobre suas experiências e principalmente sobre sua última volta ao mundo, percorrendo alguns patrimônios da humanidade tombados pela UNESCO, enquanto na segunda parte, o público pode interagir com perguntas dos mais diversos assuntos.
O mais interessante foi que , ele mostrou que muito mais que “exóticos”, esses lugares são únicos e seus moradores são os verdadeiros responsáveis por fazê-los especiais e que a verdadeira marca de uma viagem não é a foto que você vai guardar, mas as experiências compartilhadas com a cultura local que você pode conseguir e levar consigo.
No final, sorteamos dois cursos de línguas da Seven Idiomas e dez livros do Zeca ( cinco cedidos pela Editora Globo e mais cinco cedidos pelo próprio convidado).
Isso ajudou ainda mais a concretização da nossa idéia em aproximar os alunos de Turismo de uma realidade possível e diferente: um apresentador formado em Administração e Publicidade, que trabalha com jornalismo e ainda que, viajou por quase o mundo inteiro, mostrando a importância da fusão entre comunicação e turismo, o que nos fez acreditar que Turismo é muito mais do que a gente pode imaginar!
A ECA Jr. agradece todo o trabalho e o esforço dos juniores, em especial, da Diretora de Turismo, Alessandra Rielli, organizadora do 9º Veredas, do diretor de Planejamento/ Atendimento, Marcus Pesavento e dos diretores de Criação/ Produção, Rafael Ramos e Leonardo Amgarten, responsáveis pelo planejamento e produção da divulgação do evento. Agradecimentos especiais também à Thais Renzi, pelas fotos (as fotos estarão disponíveis no Flickr da ECA Jr. em breve) e à Rosana Tabarim, mestre de cerimônia.
Não é segredo para ninguém que nós, comunicadores, dependemos de informações consistentes para “garantirmos” a qualidade de nossos trabalhos. Pois é, quanto melhor entendermos nossos clientes, melhor desempenharemos nossas tarefas. Apesar de isto ser colocado como uma verdade absoluta, você pode se perguntar se isso é uma realidade. Pois bem, temo dizer que talvez nunca tenhamos essa resposta. Assim como tudo na comunicação, é difícil mensurar resultados, apresentar “formulinhas” mágicas de como fazer boas campanhas ou até mesmo saber distinguir informação de desinformação. O que posso dizer é que quando falamos do que sabemos, as chances de acerto são muito maiores.
O que estou querendo falar é que se, por exemplo, nós, publicitários, fossemos fazer uma campanha sobre a própria comunicação, as chances dela ser boa seriam bem maiores que se fizéssemos uma outra sobre estudo de proteínas do tegumento do cytomelagovirus.
É exatamente isso que percebemos em muitas campanhas feitas para veículos de comunicação. Vemos que, por parte dos publicitários, existe uma facilidade em gerar ótimas campanhas para outros comunicadores, ou ao menos, é isto que parece! Talvez seja equivocado afirmar isto, mesmo porque só eles poderiam dizer as suas facilidades e dificuldades, mas esta é a única explicação a qual chego após ter visto as campanhas, todas feitas para veículos de comunicação, a seguir:
Cliente: Folha de São Paulo
Ano: 1987
Agência: W/Brasil
Cliente: Revista Época
Ano: 2001
Agência: W/Brasil.
Cliente: Revista Meio Digital
Ano: 2008
Agência: AG407
Produtora: Inkedpig
Cliente: Gazeta Mercantil
Ano: 2009
Agência: JWT de São Paulo
Produtora: Digital 21
Podemos relacionar a inegável qualidade criativa das campanhas à capacidade de aproveitamento das informações, sejam elas do “briefing” ou de sua bagagem cultural e/ou profissional. Acredito que pelos publicitários estarem situados igualmente na área de comunicação que os veículos de comunicação, e saberem exatamente do que estavam falando, as campanhas tenham recebido o direcionamento adequado e apresentem claramente seus objetivos.
Quem passou na frente do Paço das Artes por volta das 5 da tarde de ontem, pode perceber uma certa agitação em uma de suas entradas, era o início do Café Acadêmico.
A medida que as 18h30 se aproximava, a fila crescia e com ela as expectativas dos participantes do evento. Finalmente, às 18h30, horário previsto para início do café, os juniores se desdobravam para dirigir 3 cenas: na entrada, tentando encontrar maneiras de acalmar a ansiedade do público; dentro do Paço, checando os detalhes finais das 60 mesas e de seus mais de 3 mil produtos; e na ECA Jr, se empenhando em receber nosso convidado especial, Marcelo Médici.
Às 19h os portões se abrem, todo cansaço causado pelas 2 horas de fila é apagado pela visão das mesas forradas de comida, mas a expectativa permanecia com o palco vazio à espera de nosso convidado. Às 19h30, Marcelo Médici é anunciado. Nesse momento, participantes e organizadores tinham apenas uma certeza: aquele seria um evento inesquecível!
Após fazer uma breve apresentação de si, o ator conduziu o resto da noite com todo o seu talento e irreverência. Foi quando descobrimos que quem estava diante de nossos olhos não era apenas Marcelo Médici, mas também Marília Gabriela, Ney Latorraca, Marília Pêra e Caetano Veloso. Essas foram as imitações que rechearam a noite de divertimento e descontração. Para encerrar o evento, contamos, também, com a ilustre presença de Tia Penha.
Para quem esperava ver apenas um humorista, o Café Acadêmico surpreendeu, e para quem já conhecia a genialidade e humanismo do ator, só pôde ficar mais encantado.O 42º Café Acadêmico foi um evento memorável, que só foi possível através da dedicação e empenho dos juniores, em especial do diretor de Relações Públicas, João Valsecchi, e seus estagiários, também de RP, Nayara Santana e João Lucas Schoba, organizadores do evento.
Agradecemos a contribuição dos diretores Rafael Ramos e Ivy Leça e de seus estagiário de Publicidade e Propaganda, Gabriel Lancman e Felipe André, responsáveis pelo planejamento e produção da divulgação do evento. Agradecimento especiais a Thiago Dragoni, pelas fotos do Café.
A ECA Jr. se sente honrada e privilegiada de ter contado com a presença de Marcelo Médici.
Esperamos que a noite tenha sido especial para todos!
Não sei se vocês já viram o novo comercial da Sky com a Gisele Bündchen, aquele em que ela aparece sentada no sofá no meio do aeroporto de Guarulhos. Esse comercial me lembrou muito um outro realizado pela T-mobile, uma das principais operadoras de telefones da Inglaterra. Aí eu achei legal comentar sobre ele, porque, para quem ainda não viu, vale muito a pena conferir. É nessas horas que eu percebo o quanto eu gosto de comunicação e o quanto ela é incrível.
A T-mobile fez uma “Flashmob”. Esse é o termo que se usa para se referir a aglomerações instantâneas de pessoas em um local público, para realizar determinada ação inusitada, que já tenha sido combinada, principalmente, por meio da internet e outras midias socias. Um exemplo disso foi o “No pants day”, que aconteceu há algum tempo aqui em São Paulo.
Mas a T-mobile inovou. Trabalhou uma campanha toda através do flashmob, não foi uma vez só e foi um jeito muito criativo de passar o conceito do slogan da empresa: “Life’s for sharing”. Flashmob é isso mesmo, compartilhar! Através da mobilização, na última campanha realizada, a T-mobile levou mais de 13.000 pessoas até a Trafalgar Square para cantarem juntos “Hey Jude!”, a ação foi tão bem sucedida que levou até celebridades ao local como a cantora pop, Pink.
Essa foi a segunda ação da operadora de telefonia que já tinha chamado a atenção através do “T-mobile dance”, que convocou mais de 350 pessoas para dançarem na estação de metrô de Liverpool Street.
As duas mobilizações foram divulgadas com propagandas que convidavam todos que quisessem a participar delas e o grande número de pessoas presentes nas ações foi exatamente a resposta que a T-mobile esperava: fazer com que todos compartilhassem momentos inesperados, prazerosos e memoráveis com outras pessoas. A criação das campanhas é de autoria da Saatchi Saatchi London .
Essas duas ações da T-mobile me encantaram, mesmo! Elas mostram claramente o poder que a comunicação tem de propagar, mobilizar, entreter e deslumbrar. Campanhas como essa só me fazem amar cada vez mais a comunicação social e ter mais orgulho de ser estudante de Publicidade e Propaganda.