Archive for September, 2009

Moderninha

Wednesday, September 30th, 2009

As Havaianas sempre estrelaram no horário nobre com comerciais que buscavam inserir os mundialmente famosos chinelos em diversas situações do cotidiano dos brasileiros. As campanhas continuamente seguiam esse raciocínio e, também, sempre se apoiavam em uma celebridade. O mais novo comercial, criado pela AlmapBBDO, mostrava uma refeição entre avó e neta, com participação do Cauã Reymond:

Essa campanha, apesar de ter uma sacada muito boa, deixou pessoas inquietas a respeito de seu conteúdo, gerando reclamações. Ainda que, em nossa realidade, o sexo fora do casamento seja algo completamente normal e “aceito”, ao ser tratado com tanta naturalidade na propaganda acabou ferindo os valores que ainda regem parte do nosso país católico.

Mas as Havaianas conseguiram utilizar essa mobilização em seu benefício. Para tal, retiraram o primeiro comercial, colocando um remake explicativo, com a mesma avó:

Genial! A empresa conseguiu sair por cima com o alvoroço que causou. Ao retirar a campanha original do ar, demonstraram respeito aos públicos que não acharam o comercial condizente com seus valores morais. Ao colocar o remake e manter o comercial original na Internet, instigou as pessoas que não viram o comercial a o assistirem para entender o porquê da retirada, aumentando a visibilidade da marca e também atraindo o público para conhecer seu site, e, ao mesmo tempo, faz que quem já viu a propaganda queira revê-la para decidir se também se ofendeu.

Conseguiu unir um pedido de desculpas à uma brilhante estratégia de comunicação, deixando uma imagem positiva da marca Havaianas perante o público antes que qualquer órgão, como o CONAR, resolvesse tomar alguma atitude. Fica a dúvida se tais ações foram premeditadas desde o início da produção das peças.

Isso sem comentarmos a avó super moderna com um laptop no colo, na frente de uma televisão de plasma falando sobre Internet…

Eduardo Marcondes

Que o mundo veja por seus olhos

Tuesday, September 29th, 2009

Começou nessa segunda-feira, 28 de setembro, a edição 2009 do Metro Global Photo Challenge, o desafio fotográfico do jornal Metro.

O concurso é internacional e gratuito, e existe com o objetivo final de promover a fotografia e dar oportunidade de reconhecimento aos fotógrafos, sejam eles amadores ou profissionais.

As categorias de competição desse ano são três: Pessoas, Lugares e Mudanças Climáticas. A premiação será três viagens para duas pessoas a qualquer cidade onde o jornal é publicado, além da divulgação global das fotos vencedoras, alcançando assim mais de 17 milhões de leitores em 100 cidades.

O vencedor do ano passado foi o canadense Joel Charlebois, com a foto abaixo. Seu prêmio foi uma viagem para Paris na qual pôde tirar mais fotos, também divulgadas internacionalmente.

Júris locais escolherão as 30 melhores fotos de cada país, sendo 10 de cada temática. O júri brasileiro será composto por André Porto, fotógrafo do Metro, Mauricio Lima, fotógrafo da Agence France-Presse, e Flávio Florido, editor de fotografia da UOL. As fotos selecionadas nessa fase serão publicadas no site no dia 30 de novembro.

Os três vencedores também poderão tirar fotos ao longo de suas viagens e tais fotos serão publicadas mundialmente, ao longo de um ano, em formato de história.

As regras para participação ditam um limite de 9 fotos digitais por participante, sendo que todas devem ser tiradas no Brasil, cada uma não deve exceder 5MB e não podem ser alteradas digitalmente por quaisquer software.

Ainda assim, além das 9 fotos inscritas para competir os participantes podem criar uma galeria de imagens e compartilhar outras de suas artes no site, sem fins competitivos.

Cadastre-se neste link, envie suas fotos e participe! As inscrições vão até 18 de outubro e o resultado sai dia 9 de dezembro.

Roger Stephan

Chora, me liga – na igreja!

Monday, September 28th, 2009

No caminho do supermercado para minha casa, meu amigo comentou comigo que ouviu aquela música: “Chora, me liga|Implora meu beijo de novo|Me pede socorro|Quem sabe eu vou te salvar”. O porém é que ele ouviu no lugar mais inesperado do mundo: na igreja próxima à minha casa. Com isso, comecei a pensar nos meios que as religiões utilizam para atrair novos adeptos e dinamizar o relacionamento com os que já têm. Cada vez mais as igrejas usam músicas, danças, artes e teatro para dinamizar seu conteúdo.

Antes, as igrejas se utilizavam apenas de cultos e missas para passar seus valores e ideologias. Era uma coisa de rotina ir à igreja e ouvir o chefe religioso falando por horas, sem perguntas e qualquer interação. O máximo que se tinha era um coro com as músicas tradicionais. Algumas igrejas ainda são assim, mas muitas viram na interatividade um jeito de se aproximar ainda mais de seus públicos.

O boom disso tudo se deu quando o Padre Marcelo Rossi lançou o hit “Erguei as Mãos”. Foi uma revolução. Em todo lugar tocava-se a música, até alguns famosos aderiram à moda:

Pensando em tudo isso, cheguei à conclusão de que não importa o meio que a igreja se utiliza para passar seus valores. Não importa se é por meio de um culto monótono ou por uma balada religiosa. O que realmente importa é alcançar os seus objetivos. Lembrando o pensamento maquiavélico, os fins justificam os meios.

Arte Multiplataforma

Friday, September 25th, 2009

ISO50.COM

Embora de alta qualidade, o trabalho do californiano Scott Hansen é pouco conhecido, ou talvez não tanto quanto deveria. Sob o pseudônimo ISO50, o designer, ex-funcionário da Adobe, ganhou minha admiração em 2008, quando um conhecido me indicou seu portfólio.

Apresenta trabalhos carregados de referências vintage, dos tons pastéis às tipografias remetentes à escola Bauhaus, sempre buscando a simplicidade e, segundo o próprio Scott, a eficiência, característica que deve ser intrínseca ao design. Seu trabalho, no site, está divido nas categorias Print, Logo, Web, Clothing e Photo, e todas elas valem a visita (sim, ele também fotografa muito bem).

ISO50.COM

De som ambiente para o website, o downtempo de Tycho – projeto paralelo do mesmo Scott, agora atuando como DJ – parece sincronizar-se à arte do americano, e às sensações que a mesma provoca. Semelhante, por exemplo, ao duo escocês Boards of Canada, o som de Scott – ou Tycho – chegou inclusive à publicidade, em uma das mais recentes campanhas institucionais da Unilever.

O designer mantém ainda um blog, junto de mais quatro amigos/colaboradores. De playlists eletrônicas a catálogos antigos, passando por dicas do mundo geek e lançamentos do Kings of Convenience, o grupo posta uma enorme quantidade de referências todos os dias.

O mais curioso é saber que Hansen nunca estudou nem é graduado em design, apesar de ter trabalhado independentemente na área por quase dez anos. Mesmo consciente da importância de uma formação, é difícil não admirar um bom trabalho em meio ao sem-número de portfólios de design espalhados pela Internet. ISO50 é, definitivamente, um que merece ser visitado.

Comunicação, o negócio da alma

Thursday, September 24th, 2009

Já faz algum tempo, estava lendo um pouco sobre uma pesquisa de iniciação científica desenvolvida por uns amigos meus do Jornalismo aqui da ECA. A pesquisa tratava sobre como os meios de comunicação brasileiros, principalmente os impressos, como jornais e revistas, abordavam notícias relacionadas à religião. O trabalho era focado principalmente em notícias que denunciavam grandes escândalos e procurava demonstrar como as denúncias e os fatos são noticiados de modo diferente em função da religião relacionada com a matéria. O estudo, de modo geral, apontava que normalmente quando as notícias eram relacionadas a Igrejas Protestantes ou Evangélicas as denúncias eram tendenciosas, quase sempre puxando para um lado pejorativo e denegrindo a imagem das respectivas igrejas.

Entretanto, o que eu quero destacar é que esse estudo me levou a refletir um pouco sobre o quanto as Igrejas Evangélicas possuem uma péssima imagem perante a sociedade. Normalmente, quando se fala de alguém que é um cristão evangélico, logo vem à cabeça aquele estereótipo de um ser bitolado, fanático, que curte encher o bolso do pastor de dinheiro e é extremamente careta. Talvez esse estereótipo esteja em muito relacionado com o que esse estudo de iniciação científica estava indicando, porém eu, como um estudante de Publicidade e Propaganda, comecei a me questionar sobre o motivo da formação desse estereótipo. Será que é em razão de uma falha de marketing dos pastores? Por erro de posicionamento das igrejas? Uma disputa acirrada de mercado, Igreja Evangélica vs. Igreja Católica? Ou por falta de profissionais de Relações Públicas cristãos? Bom, na verdade, não sei exatamente o motivo. Mas, o que me chamou atenção enquanto refletia o assunto é que em meio a todo esse cenário, uma igreja tem se destacado na contra mão desse estereótipo.

O mais incrível é que essa igreja, a Bola de Neve Church, conquista cada vez mais adeptos, na sua maioria jovens de classe média, entre 15 e 30 anos. Justamente aqueles que fazem parte das gerações mais novas e que seriam na verdade os primeiros a concordarem com o estereótipo mencionado há pouco. Além dos cultos serem bastante atípicos, em que reagge, surfe e pregação se confundem, bem diferente do tradicionalismo cristão, a igreja também possui vários canais de aproximação com seu público: programas de rádio e televisão, organiza diversos tipos de eventos, como shows e congressos, e também promove palestras e cursos que tratam desde temas espirituais, logicamente, à educação financeira e comunicação.

Aliás, talvez esteja ai um dos fatores que tenha levado essa igreja a quebrar estereótipos: a comunicação. O líder da Igreja, conhecido como Rina, possui a formação de publicitário, e muito provavelmente sabe o quanto ela, a comunicação, é uma importante ferramenta de marketing e a tem utilizado muito bem em seu ministério. No site da igreja é perceptível a intenção de ter uma identidade nítida, buscando um posicionamento diferenciado e indo de encontro a péssima imagem que a sociedade em geral possui das Igrejas Evangélicas. Não é a toa, portanto, que a Igreja Bola de Neve consiga quebrar um estereótipo já tão caracterizado, evidenciando a importância da comunicação, que quando bem utilizada pode ser uma ótima aliada até mesmo para as igrejas.

Fernando Carvalho Tabone

Os negócios de Tio Patinhas

Wednesday, September 23rd, 2009

No final do mês de agosto foi veiculada na mídia a notícia da compra da Marvel pela Disney. Além do já conhecido grande portfólio de personagens da Marvel outro fato chamou a atenção: os incríveis 4 bilhões de dólares, aproximadamente, gastos na transação.

Após a divulgação da notícia muito se fez e se comentou a respeito da transação. Logo que foi conhecida, já começaram a surgir na Internet ilustrações e desenhos relacionando a união das duas empresas. Pato Donald como o Wolverine, Mickey interpretando o Homem-Aranha. Esses e outros exemplos foram utilizados na mistura do mundo do ratinho e suas princesas com os heróis e heroínas do mundo Marvel em diversas galerias de imagens.

A união das empresas ainda repercutiu em relação ao poder que a Disney passaria a ter com um portfólio tão vasto e que gera rendas milionárias com algumas de suas franquias. Segundo o próprio presidente e chefe executivo da Walt Disney Company, Robert A. Iger, a união das duas empresas maximizaria o valor das propriedades intelectuais das duas organizações por várias plataformas e lugares do mundo.

Entretanto, já se diz que a transação só terá efeito a longo prazo, já que algumas das maiores franquias da Marvel estão com os direitos cedidos a estúdios que já estão desenvolvendo suas sequências (como a FOX, detentora dos direitos do Homem-Aranha).

Analisando algumas entrevistas de sócios e “chefões” das duas empresas, e a atual situação na qual elas se encontram, nota-se que a união será benéfica para as duas. Segundo alguns sócios da Marvel, a união com a Disney proporcionará um ganho criativo para futuras produções de suas franquias, a exemplo de Hulk que não foi tão aclamado pelo público por ter uma história fraca.

Do mesmo modo, a Disney voltaria a ter força no mundo dos quadrinhos já que, atualmente, suas publicações com Mickey, Donald e companhia não tem mais força como antigamente.

O que nos resta agora é esperar. Esperar para ver se realmente as histórias de super-heróis terão um ganho de criatividade e deixarão de ser apenas de um personagem que sai por aí batendo em tudo e em todos ou se, talvez, em vez do príncipe encantado, seja o Homem-Aranha que acorde a Bela Adormecida.

E quem sabe se o próximo investimento do Tio Patinhas não seja na DC Comics, para enfim, juntar todos os heróis do mundo em um só lugar, o mundo maravilhoso da Disney.

Guilherme Garcia

É mais do que uma simples festa

Tuesday, September 22nd, 2009

Poderoso instrumento da comunicação, o evento é hoje a principal estratégia de marketing das grandes empresas. Apostar na realização de um evento é mais do que destinar verba para esse acontecimento, é fortalecer a imagem organizacional estreitando o relacionamento com o público-alvo, potencializando as vendas de um certo produto, ou mesmo materializando os conceitos pelos quais a empresa é baseada.

As organizações procuram se diferenciar e permanecer na mente do consumidor, e utilizam-se de alternativas diferenciadas para gerar uma experiência de marca com ele. Desta forma, a importância de estimular um vínculo entre empresas e público levam-nas a investir em Eventos Proprietários.

Quem nunca ouviu falar do Skol Beats, Tim Festival, Vivo Open Air, Coca-Cola Vibezone, Red Bull Air Race, entre tantos outros eventos que levam em seu nome a marca do seu grande patrocinador?

Um dos maiores eventos proprietários que é realizado em São Paulo está previsto para acontecer no dia 7 de novembro: A terceira edição do Planeta Terra Festival contará com a presença de artistas nacionais e internacionais, como Sonic Youth, The Ting Tings e Movéis Coloniais de Acaju.

Após o fim do Tim Festival, o Planeta Terra tornou-se o principal evento musical na cidade de São Paulo, e este ano o palco do evento será montado no parque de diversões Playcenter. No ano passado, 15 mil pessoas foram conferir nomes como Kaiser Chiefs, Bloc Party, The Offspring, The Jesus and Mary Chain e Mallu Magalhães.

E por quê será que esta estratégia de comunicação está sendo tão difundida e valorizada ultimamente? E qual o motivo dos jovens serem os alvos principais deste tipo de ação?

Bem, a mídia espontânea gerada com esses eventos é um dos motivos das incorporações acreditarem nessa alternativa. A repercussão de um evento proprietário gera uma mídia espontânea equivalente ao dobro do total investido.

Além disso, uma pesquisa apresentada no final de 2008 pelo Núcleo Jovem da Editora Abril mostra que 66% dos jovens entrevistados consideram eventos proprietários como o formato publicitário mais positivo, seguidos por filme para TV de 30″ (55%) e advergames customizados (48%), dado que responde o porquê da maioria dos eventos proprietários terem os jovens como alvo.

Apesar de ser indiscutível o fato dos eventos proprietários atraírem milhares de pessoas, gerarem mídia espontânea e trazerem grandes nomes da música nacional e internacional, há alguns problemas a serem discutidos a respeito da efetividade desta estratégia.

O fato da maioria dos grandes festivais de música visarem o público jovem e, consequentemente trazerem grandes nomes do ramo que são apreciados por essa parcela, torna os eventos proprietários muito parecidos, aumentando a dificuldade de quem não foi ao evento saber qual banda tocou em qual festival, refletindo na baixa repercussão dos eventos depois de alguns meses de apresentação, não criando um vínculo duradouro da marca com as pessoas.

Além disso, a quantidade de eventos separados por poucas semanas (a maioria desses eventos acontecem no segundo semestre devido a dificuldade de agendar artistas internacionais de porte em outros períodos do ano, pois não dá para concorrer com os festivais de verão do hemisfério norte, que lotam as agendas e enchem os bolsos dos astros) e que buscam o mesmo target pode ter prejudicado uma presença maior de público, já que a maioria das pessoas não dispõe de dinheiro suficiente para comparecer a todos os eventos, apesar do benefício da meia-entrada.

Mesmo com os contras, é indiscutível a importância de eventos proprietários na estratégia de comunicação de diversas empresas em diferentes segmentos e portes. Associar a empresa a eventos tornou-se muito importante para gerar maior fixação de sua marca, principalmente na área de serviços.

Com a realização desses eventos é possível criar um relacionamento mais profundo entre consumidor e marca, o que garante a agregação de valores intangíveis que permeiam a organização e a consolidação da fidelidade do cliente com a empresa.

Juliana Dragoni

Uma Brincadeira Séria

Monday, September 21st, 2009

Muitos de nós, quando crianças, tínhamos bloquinhos de montar coloridos e com eles tentávamos construir prédios, aviões, bonecos, mas quase nunca tinham resultados satisfatórios. Nossa intenção era apenas a diversão, mas para o artista norte-americano Natahn Sawaya os bloquinhos são instrumentos de trabalho.

Além de muita criatividade para a elaboração das esculturas com Lego, ele também tem muita paciência para lidar com as peças. O artista trabalha com esse tipo de material desde 2000 e já utilizou mais de 1,5 milhões de tijolinhos nos seus trabalhos. Ele está expondo seu trabalho pelos Estados Unidos há alguns meses e o título da exposição é “The Art of the Brick”, que mostra esculturas impressionantes feitas apenas com o brinquedo.


O que mais me chamou atenção no trabalho de Natahn foi o fato de que onde todos viam apenas mais uma brincadeira ele enxergou uma forma diferente de fazer arte. Aproveitando-se da situação, a Lego, que andava meio esquecida entre os consumidores, passou a patrocinar o artista, além de lhe doar os bloquinhos e levá-lo a alguns eventos, tudo isso como forma de aumentar a divulgação da empresa.

Assim temos um belo exemplo de que a arte pode ser conciliada com a comunicação de uma empresa. As obras auxiliam a despertar o interesse do público e podem ser uma importante ferramenta para chegar até ele.

Mais informações: http://brickartist.com/

Michele Silveira

Anastácia 9: All in

Thursday, September 17th, 2009

Pronto

A realização da Anastácia All in começou muito antes do que alguns imaginam. Iniciamos o estágio no dia 13 de julho e já na primeira semana ficamos encarregadas de propor temas para a festa. Sendo Las Vegas o tema selecionado, partimos para o desenvolvimento do nome. Sensualidade, euforia, glamour, loucura, tudo o que remete a Vegas em um só nome, uma só balada: All in.

A fase seguinte foi a procura do local. Após uma busca trabalhosa, de muita pesquisa, ligações e rejeições, escolhemos o espaço Secrett Lounge.

Partimos então para a procura de apoio. Foi uma fase prazerosa. Buscávamos apoiadores que tivessem interesse em inserir-se no ambiente universitário, no caso empresas de bebidas alcoólicas! Nos empenhamos bastante e conseguimos muitas bebidas diferenciadas para que o público da Anastácia 9 aproveite bastante!

Outra parte da festa é fazer a decoração, que foi a parte mais divertida, desde a ida à 25 de março até a montagem. Estudamos os ambientes mais tradicionais de Las Vegas – seus cassinos, baladas e shows – para trazer sua essência à Anastácia All in.

É legal comentar que todas as etapas do trabalho são sempre feitas em dupla, o que foi uma experiência boa, pois aprendemos a trabalhar juntas apesar de termos divergências. Foi um período de muitas risadas (muitas mesmo!), muito stress e muitos momentos gratificantes. Cada etapa era trabalhosa e desanimadora, mas quando chegava ao fim ficávamos novamente motivadas com os ótimos resultados. Valia a pena! O auge do estágio é no último dia de trabalho, que vamos terminar o nosso trabalho com uma festa! Por isso o estágio da Anastácia é tão diferente, vamos nos divertir no resultado final do trabalho!

A Anastácia All in será realizada amanhã, dia 18! Os convites já estão disponíveis na ECA Jr. e os preços são R$30 o feminino, e R$35 o masculino. No open bar teremos 11 bebidas, além das combinações entre elas…

É bom lembrar que no dia da festa o preço irá aumentar, portanto garantam já a experiência única de sentir o glamour dos cassinos, a loucura das festas e a ousadia de “apostar” tudo em uma noite em uma só balada.

Comunidade Oficial da Anastácia no Orkut
Site Oficial da Anastácia 9

Aline Ayumi e Mariane Beline

Monopólio. Mesmo.

Thursday, September 17th, 2009

monopoly2

A Google é uma empresa que surpreendeu e reinventou o mundo com suas inovações e praticidades na Internet. Sempre trazendo novidades, a mais nova envolveu uma parceria: A Google e a empresa americana de jogos e brinquedos Hasbro uniram-se e lançaram no dia 09/09/09 o inovador Monopoly City Streets.

A ideia foi baseada no produto da Hasbro, Monopoly. No jogo de tabuleiro original, conhecido no Brasil como Banco Imobiliário, o objetivo é comprar todas as propriedades, tendo que negociar e falir os concorrentes, formando seu monopólio.

Na nova versão online, os jogadores compram (praticamente) qualquer rua do mundo!

As regras se mantiveram semelhantes no Monopoly City Streets: Navegando pela plataforma do Google Maps, você localiza a rua e a compra, se ninguém já a tiver comprado anteriormente. Você compra suas ruas, faz ofertas pra tentar comprar a avenida de outra pessoa, constroi edifícios que acabam com o rendimento de uma rua do concorrente, edifícios que protegem a sua e que te geram renda, e assim você vai crescendo.

A proposta é bem interessante e inteligente. Hoje em dia as pessoas se interessam cada vez menos em jogos de tabuleiro graças à inovação tecnológica (afinal, quem não quer um Wii hoje em dia?) e o Monopoly City Streets consegue trazer novamente à tona o bom e velho Banco Imobiliário para a atenção geral. Uma bela maneira de destacar a Hasbro na acirrada concorrência do entretenimento.

E não só a Hasbro! A Google demonstra que suas intenções se assemelham, e muito, às intenções do jogo: Sempre lançando serviços e produtos novos, comprando os melhores da concorrência… A gigante da Internet continuamente busca uma nova maneira de entrar no nosso cotidiano e tornar-se cada dia mais onipresente. Trabalhando com uma excelente equipe de marketing e inovação, a Google encontra-se cada dia mais perto de seu objetivo.

O cadastro no Monopoly City Streets é gratuito. Você entra no site e já começa a jogar!

Ah! E fica um conselho: Corram! Está cada vez mais difícil de encontrar uma rua disponível. Todos estão loucos pelo seu pedaço do mundo.

Eduardo Marcondes