Archive for March, 2010

Across the Universe

Tuesday, March 30th, 2010

Esse fim de semana, me peguei assistindo pela primeira vez o filme “Across the Universe”, três anos após seu lançamento. Para quem não sabe, trata-se de um musical, que tem como matéria prima a maioria das musicas clássicas dos Beatles, e narra história de três jovens, que, habitando nos Estados Unidos durante a década de 60, se envolvem com movimentos de contracultura e resistência à guerra.

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O filme já se tornou peça e ganhou imensa repercussão pelo mundo, mas sempre há quem questione: sem as consagradas músicas, o filme atingiria tal fama? Quando acabei de assistir, pensei o mesmo. Lembrei-me de “Hair” e de como, apesar do enredo ser bastante semelhante, no meio do filme eu já me encontrava num leve estado de tédio, pensando quanto tempo demoraria antes que os atores parassem com a cantoria. Em “Across the Universe”, ao contrário, eu mal podia esperar para que a próxima música começasse, para que eu pudesse assistir como as melodias que me são tão familiares haviam sido arranjadas, cinegrafadas e executadas.

Momentaneamente, acreditei nas críticas negativas: “é, aproveitaram-se dos Beatles para ganhar uma boa graninha”, conclui. Mas, logo depois, comecei a pensar sobre quais são os elementos que garantem um bom musical. Cheguei à segunda conclusão de que a escolha da trilha e o modo como os arranjos musicais são realizados e encaixados ao longo da trama são, de fato, determinantes de sucesso. Mesmo não sendo uma grande fã de musicais, sei que musica é uma arte emocional, que muitas vezes possui incrível papel influenciador de nosso humor e de nossas percepções de mundo.

Assim sendo, não seria uma grande sacada, ao invés de vergonhoso demérito, a utilização de melodias já conhecidas (e já adocicadas na mente da maioria dos espectadores) na construção de um filme de sucesso?

No final, trata-se de mais uma das inúmeras questões que encontram sua resposta na individualidade de cada um. Com isso, deixo então o trailer e a velha expressão: “A cada homem o que lhe agradar”.

Ju Maaz

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Não foi só o São Paulo que perdeu

Monday, March 29th, 2010

Até que ponto os funcionários de uma empresa devem expor suas opiniões sem que a marca para a qual ele trabalha sofra interferências?

A Locaweb, maior empresa de serviços de internet da América Latina se envolveu em uma polêmica após o clássico São Paulo e Corinthians, depois do diretor comercial da empresa twittar mensagens de apoio ao Corinthians e algumas provocações ao SPFC durante o jogo.

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A questão não teria tanto alarde se não fosse o fato da Locaweb ser a patrocinadora do São Paulo, o que causou uma situação desconfortável entre a empresa e a equipe do tricolor paulista, juntamente com seus torcedores.

Como tentativa de esclarecer o ocorrido, a empresa soltou um comunicado oficial se desculpando e dizendo entre outras coisas, que “A Locaweb vem a público esclarecer que a opinião de seu funcionário não corresponde à da empresa e se desculpa por eventuais mal entendidos ou constrangimentos causados por esse funcionário”.

Esse caso foi um exemplo de como o discurso pessoal de um funcionário considerado influente pode afetar negativamente a imagem da empresa ligada a ele. Se fosse alguém com o cargo mais baixo ou menos conhecido que o diretor da empresa, talvez o caso não teria tanta repercussão, mas a partir do momento em que é uma pessoa que representa uma organização perante diversos públicos, exprimir opiniões de cunho polêmico como futebol, religião e política em mídias de grande exposição pode gerar graves conseqüências para a reputação de uma empresa.

A exposição negativa de sua marca causa consequências que influenciam desde a opinião dos que já assinam a Locaweb, daqueles que não assinavam, mas que já conheciam, e daqueles que nunca tinham ouvido falar. Isso sem contar em como o assunto pode prejudicar futuras parcerias da empresa com times de futebol.

Não só a ética da empresa é questionada, mas também os serviços que ela oferece, dando abertura para que seus negócios sejam afetados negativamente.

A internet, fonte de informação, notícias e disseminação de opiniões mais rápida do momento também pode ser motivo de crises nas organizações caso as empresas não comecem a se preocupar em ter políticas de uso de mídias sociais para seus funcionários, já que eles não representam somente a si próprios, mas toda a imagem de uma organização.

Juliana Dragoni
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Prateleiras Virtuais

Friday, March 26th, 2010

De redes sociais todo mundo já ouviu falar – dos populares orkut e Facebook ao microblogging do Twitter, passando por sites com propostas mais específicas, como o Foursquare ou o Blip.fm.

A rede que mais me atraiu recentemente também traz uma proposta mais especializada: reunir os fãs de um bom livro. O Shelfari, lançado em 2006 e comprado pela gigante Amazon em 2008, oferece a seus usuários grandes prateleiras virtuais para armazenar seus títulos favoritos, bem como os que pretende ler.

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Mesmo não se tratando de um site que disponibiliza e-books, o Shelfari oferece vários recursos que possibilitam a integração entre os seus membros; é possível adicionar tags e estrelas aos livros da estante, ler e escrever resenhas, participar de grupos de discussão, adicionar amigos, receber sugestões, trocar recados e, claro, acessar links de compra dos livros que redirecionam à “mãe” Amazon.

Para os usuários brasileiros, o similar Skoob traz, numa interface um pouco menos “aconchegante”, um sistema bastante parecido, mas com mais opções de livros em português a serem adicionadas às prateleiras e, mais importante, links para compra em sites nacionais.

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Por fim, ainda não tive tempo de me cadastrar e explorar outros serviços indicados, como o GoodReads e o LibraryThing; enquanto isso, ocupo minhas prateleiras em madeira Walnut (sim, há quatro opções de madeira) no Shelfari.

Fernando Prado
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Hora do Planeta 2010.

Friday, March 26th, 2010

Vai acontecer dia 27 de março, das 20:30 às 21:30, a HORA DO PLANETA.

O Brasil participará da Hora do Planeta. Casas ou grandes monumentos não importa. Todos têm que participar. A hora do Planeta é uma ação em que as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar a preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney. Já em 2008, 371 cidades participaram. Em 2009, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Os mais diversos lugares como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, apagaram suas luzes.

Artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Vale muito à pena participar, pois se cada um fizer a sua parte faremos um mundo melhor!



Alex

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Publicidade no celular: relevância é a palavra- chave

Thursday, March 25th, 2010

Finalmente abri minha cabeça para as tão academicamente discutidas e especuladas possibilidades publicitárias usando o celular como mídia.

Nas aulas do Eneus, ficava pensando que toda aquela discussão sobre Mobile Media ainda estava muito longe de se concretizar, afinal, apesar de ter um enorme potencial de mercado, 176.771.038 usuários (fev/2010), ninguém recebe sms falando da nova-super-oferta-das-Casas-Bahia.

Como este mercado poderia ser abordado, e esta publicidade efetivada, era a grande pergunta no ar.

Até que… eu descobri uma coisa chamada iphone. Você já ouviu falar? Pode até ter ouvido ou visto na mão de algum coleguinha, mas nas lojas você provavelmente não viu nos últimos meses. A escassez desse produto e a rapidez com que ele se esgota nas prateleiras mostra que, apesar do preço exorbitante de alguns smartphones, mais e mais pessoas aderem ao que eu chamo de “mobile life”.

Isso porque você põe mesmo sua vida lá naquela caixinha mágica e aquilo se torna “sua vida”: contatos pessoais e profissionais, fotos de família, músicas prediletas, agenda de compromissos, (acorda com ele, vê a hora) e no meio disso tudo a mais nova moda: aplicativos!

No menu, eles se confundem com a agenda ou com a câmera, mas são marcas, colocadas ali espontaneamente. Esse mercado de aplicativos, até então desconhecido por mim, cresce muito, assim como a grana no bolso do Steve Jobs, e ao mesmo tempo que a esperta Google anuncia planos para adquirir a AdMob, uma companhia de publicidade em celulares, por 750 milhões de dólares.

Estamos falando um marketing de utilidade, que envolve criação de conteúdos fascinantes que o consumidor vai querer receber, proporcionando uma de experiência opt-in realmente efetiva, como confirma Fábio Fernandes, da F/Nazca: “Aqui temos a oportunidade de ter efetivamente o marketing ‘one-to-one’, de construir o relacionamento das marcas com o consumidor de maneira mais rica e menos impositiva do que a publicidade tem feito”. A relevância é a palavra-chave.

Com a abertura destes novos horizontes na publicidade, a “Idade da Pedra na comunicação da publicidade móvel” a que se refere Abel Reis, diretor da Agência Click, parece finalmente estar chegando ao fim.

Rafa Andrade
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Ganhou repercussão nacional!

Wednesday, March 24th, 2010

Essa semana, uma notícia foi alvo de muita polêmica. Trata-se da decisão da escola Itawamba County de cancelar o baile de formatura, na qual a aluna Constance McMillen estuda.
Pensará você: ok e o que tem demais nisso?


A estudante Constance McMillen

O motivo pelo qual a escola cancelou o baile foi pelo fato da estudante manifestar a vontade de ir ao baile vestida de terno e acompanhada de sua namorada. Após se manifestar, a escola impôs que McMillen fosse com vestido, não chegasse junto com a sua namorada e que durante a festa, as duas não dançassem juntas nem trocassem carícias.

Após a recusa da aluna, ela resolveu recorrer a Justiça por censura a sua liberdade de expressão e a escola cancelou o baile. Quando vi o motivo pelo qual a escola cancelou o baile achei, sinceramente, inaceitável. Não sei como uma instituição de ensino, que visa formar pessoas para serem cidadãos honestos e trabalhadores, pode condenar uma garota por amar uma pessoa do mesmo sexo.

E não sou só eu que dou apoio às garotas. O caso ganhou repercussão nacional, pelo tamanho absurdo cometido com a estudante. A União Americana pelas Liberdades Civis anunciou seu apoio a McMillen. Até no Facebook, ela recebeu apoio. Isso através de uma comunidade a favor dela. A comunidade conta com mais de 384 mil membros. É muita gente! McMillen também foi entrevistada no talk show da apresentadora homossexual Ellen DeGeneres. E tem mais: a garota recebeu uma bolsa de estudos no valor de US$ 30 mil de uma empresa de mídia digital.


McMillen no tribunal

É incrível como mídias sociais, como Facebook, Twitter, etc, podem dar tanta repercussão a um fato. Se isso acontecesse há 20 anos atrás, quando a internet não tinha quase espaço nenhum, será que McMillen teria o apoio de tanta gente? Isso também não teria tanta repercussão se a tecnologia nos meios de comunicação não tivesse se desenvolvido.

Além das mídias, podemos pensar na repercussão que os direitos dos homossexuais ganharam. Acredito que devemos aproveitar, e muito, todas essas facilidades que a vida do século 21 nos proporciona. Pense: como seria sua vida sem internet? Como você ficaria sabendo das coisas que aconteceram há 1 segundo atrás do outro lado do mundo? Será que a TV conseguiria suprir todas as necessidades do mundo contemporâneo?

Já parou para pensar?

Alex
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Sede de um mundo melhor

Monday, March 22nd, 2010

Quem abriu a página inicial da UOL hoje, percebeu uma cor diferente em seu layout, e viu que foi uma iniciativa do grupo Ambev, com o propósito de marcar o dia mundial da água, em patrocinar o movimento CYAN – uma ampla campanha de mobilização para o uso consciente do recurso natural.

Este movimento, que possui como lema “Quem vê a água enxerga seu valor”, contará com palestras, debates e exposição de fotos e filmes no Porão das Artes (Fundação Bienal de São Paulo), a partir das 19h de hoje.

A Ambev lançará também um programa chamado “Água para a Vida – Conservação e Gestão de Água Doce, em que a companhia irá adotar algumas bacias hidrográficas que servem às suas fábricas para estudar maneiras de como aproveitar melhor a água, tanto pela empresa quanto para a comunidade local.

Sendo a visão da Ambev “Ser a melhor empresa de bebidas do mundo em um mundo melhor”, é visível que as novas iniciativas propostas pela organização é condizente com a filosofia da empresa, garantindo também a consolidação de imagem positiva e confiável da organização.

Nos tempos em que ter consciência sustentável está mais no campo das ideias do que na prática, chega a ser esperançoso ver uma empresa realizar ações alinhadas com valores que ela diz prezar, ao invés de colocar visões e valores politicamente corretos que muitas vezes não são vistos na realidade das empresas.

Juliana Dragoni
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Whopperface

Friday, March 19th, 2010

Vocês já pensaram sobre o fato de alguns fast food deixarem você colocar o bem entender no lanche desde que você pague centavos a mais? Pois é! O Burger King lançou, no final de 2009, em algumas poucas filiais espalhadas pelo mundo, uma campanha chamada “Whopperface”.

A intenção é mostrar ao consumidor que o sanduíche é feito no momento do pedido e, assim, comprovar a qualidade do produto. Além disso, a rede de fast food americana garante ao cliente o seu direito de escolha da quantidade de hamburgers de carne que deseja em seu lanche.

Apesar da ação ter acontecido no ano passado, só agora esta jogada de marketing foi divulgada. A rede colocou no youtube um viral que circula na internet e que você pode conferir aqui: WhopperFace

Só pra esclarecer, a ideia é tirar uma foto do cliente no momento em que ele pede o Whopper e colocá-la impressa no papel que embrulha o sanduíche. Além de uma interação direta com o consumidor ela promove diversão e curiosidade de todos os outros clientes, que podem querer ir ao BK para conferir a promoção.

Depois de disponibilizar os vídeos das câmeras escondidas nas filiais onde aconteceu a ação, a campanha tomou uma proporção muito maior, trazendo visibilidade para a marca e um desejo (pelo menos o meu) de ter um Whopper com a sua cara.

Ana Carolina
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Phun, iPad, e o futuro dos livros

Wednesday, March 17th, 2010

Há algumas semanas a Apple lançou oficialmente o iPad, uma tela de 1,2cm de espessura sensível ao toque. Além de reproduzir músicas e vídeos, ter acesso a Internet e rodar alguns jogos, o aparelho destaca-se por ser um leitor de livros digitais com acesso direto a lojas virtuais de e-books.

Com a apresentação desse produto ressurgiram diversas discussões sobre a substituição dos livros impressos pelos e-books, como preços, quem vai editar e distribuir os livros digitais, como baratear os aparelhos de leitura de e-books, e assim por diante.

Essa disputa não terá um fim próximo, e mesmo que os e-books sejam uma ameaça aos livros impressos, estes ainda terão uma longa vida. Com readers tão inacessíveis ao grande público, além de limitados, o processo de substituição demorará a se concluir.

Os e-books ainda ajudam na valorização dos livros: todos os readers, com exceção do iPad, trabalham apenas em preto e branco, cada reader tem acesso a diferentes editoras e comprar livros através dos readers funciona apenas nos EUA.

Por outro lado, toda cidade tem uma loja de livros que trabalha com centenas de editoras, há sites livreiros com delivery global, livros são coloridos e podem apresentar formato e estrutura diferenciados, se adaptando a qualquer público, etc.

Os e-books precisam deixar de serem simples cópias digitalizadas de livros, só assim passarão a ameaçá-los.

Imagine um e-book de física em um tablet de leitura interativa, possibilitando a simulação de todas as teorias contidas no texto… Esta é a base do Phun:

É inegávei o potencial de um e-book reader. Aliada à tecnologia, a experiência de leitura como conhecemos pode ir muito além, perdendo quaisquer limites sensoriais impostos pelas páginas impressas: readers com sons, imagens em movimento, vídeos, hologramas, simuladores de odor, interatividade…

Por enquanto crianças ainda preferem livros com casas saindo de suas páginas e muitas pessoas não entendem física… criações como a realidade aumentada e o Phun são os primeiros passos para a superação dessas e outras dificuldades.

Roger

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Os opostos que (às vezes) se atraem

Tuesday, March 16th, 2010

Imagine um assinante do Estadão ou da Folha de SP. acordarem de manhã para pegar o jornal e junto dele vir o outro da empresa concorrente? Pois é, isso aconteceu hoje.

Com o propósito de materializar o conceito “Vamos fazer juntos?” da campanha de fusão do Santander com o Banco Real, a agência Talent criou essa iniciativa com a intenção de causar impacto e proferir a ideia principal do projeto, que é incitar as pessoas a conhecerem um outro ponto de vista além do seu.

Não será somente a mídia impressa o alvo da campanha. Quatro rádios, Eldorado, BandNews AM, Bandeirantes e Jovem Pan AM vão gravar juntos um debate sobre determinado tema ainda não definido, que será transmitido ao mesmo tempo nas quatro emissoras.

Apesar da proposta inicial da campanha salientar a importância do trabalho em conjunto com todos os públicos envolvidos e de se estar conectado à sociedade, podemos levantar a seguinte questão: até que ponto as empresas “rivais” concordaram em participar dessa ação pelo simples fato dela ser inovadora e de apoiarem o conceito da quebra de paradigmas, e não pela publicidade que esses jornais/rádios terão e pelo dinheiro envolvido?

Além disso, com o boom da internet, muitos anunciantes em potencial acabam deixando de investir em mídias convencionais para divulgar seus serviços/ produtos. Sendo assim, esta ação acaba resgatando o poder da mídia impressa, atraindo anunciantes que talvez não se interessariam pelo veículo por pensarem que só a internet tem o poder de disseminação e liberdade de formato.

Realmente essa ação caminha para uma linha estratégica e inovadora de campanha cujo mérito é indiscutível. Entretanto não podemos deixar de observar os interesses envolvidos por parte das empresas que são implícitos no discurso politicamente correto que pregam em suas campanhas e ações.

Juliana Dragoni e Michele Silveira

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